A digitalização dos canais e a busca por resultados mensuráveis dos investimentos têm tornado o marketing uma área cada vez mais orientada por dados e conectada ao negócio da empresa. Assim, profissionais híbridos, que combinam criatividade, visão estratégica e domínio técnico, estão sendo mais demandados pelos anunciantes.
Nesse cenário, as posições de growth marketing manager, ligada ao crescimento dos negócios e a aquisição de novos clientes, e de head de marketing digital, que cuida da estratégia multicanal e trabalha junto ao growth, estão entre as mais valorizadas pelas empresas, segundo dados do Guia Salarial 2026 da Michael Page.
"Houve valorização desses profissionais de marketing pelas áreas digitais. O growth está com responsabilidades quase equivalentes ao comercial. A área está bem valorizada não apenas pela remuneração, mas pelo escopo, o que dá um grau de felicidade maior aos profissionais”, analisa Genis Fidelis, diretor da Michael Page no Brasil.
Habilidades em alta e cargos mais contratados
Domínio de ferramentas digitais, inteligência emocional, mentalidade centrada no cliente, inovação e perfil analítico são algumas das competências mais buscadas pelas empresas contratantes nos funcionários. Já head de growth, gerente de marca/branding, gerente de marketing, gerente de produto/categoria e coordenador de performance são as posições mais procuradas pelas companhias.
O atual perfil demandado pelas empresas é de um profissional que vai além da criatividade e é capaz de interpretar métricas, operar ferramentas, liderar equipes multidisciplinares e construir narrativas relevantes. O aumento do nível de exigência se reflete no salário. Não à toa, 40%dos profissionais se sentem satisfeitos com sua remuneração.
Retenção e contratação
A valorização da área tem gerado aumento da disputa por talentos. Nesse cenário, a remuneração não é mais o principal fator de decisão para o profissional: flexibilidade, planos de carreira, bônus e capacitação pesam na retenção ou na escolha entre empresas.
"Não ter a posição como apagador de incêndio e, sim, um plano de carreira é importante. Fit cultural também. Flexibilidade apareceu bastante depois da pandemia. Com posições mais aquecidas, os candidatos vão comparar mais as empresas que os procuram. É quase um checklist do que se adapta melhor ao seu perfil”, analisa Fidelis.

"Com posições mais aquecidas, candidatos vão comparar mais as empresas que os procuram”, afirma Genis Fidelis, diretor da Michael Page no Brasil (crédito: divulgação)
As empresas de varejo, healthtechs, fintechs, agências digitais e consultorias de performance são as que mais estão contratando profissionais para as áreas de marketing.
Além disso, o avanço de e-commerces e fintechs impulsionou a demanda por especialistas em CRM, mídia paga, automação e análise de dados, funções de alta performance, bem remuneradas e mais estratégicas.
Nesse cenário, as posições de growth marketing manager, ligada ao crescimento dos negócios e a aquisição de novos clientes, e de head de marketing digital, que cuida da estratégia multicanal e trabalha junto ao growth, estão entre as mais valorizadas pelas empresas, segundo dados do Guia Salarial 2026 da Michael Page.
"Houve valorização desses profissionais de marketing pelas áreas digitais. O growth está com responsabilidades quase equivalentes ao comercial. A área está bem valorizada não apenas pela remuneração, mas pelo escopo, o que dá um grau de felicidade maior aos profissionais”, analisa Genis Fidelis, diretor da Michael Page no Brasil.
Habilidades em alta e cargos mais contratados
Domínio de ferramentas digitais, inteligência emocional, mentalidade centrada no cliente, inovação e perfil analítico são algumas das competências mais buscadas pelas empresas contratantes nos funcionários. Já head de growth, gerente de marca/branding, gerente de marketing, gerente de produto/categoria e coordenador de performance são as posições mais procuradas pelas companhias.
O atual perfil demandado pelas empresas é de um profissional que vai além da criatividade e é capaz de interpretar métricas, operar ferramentas, liderar equipes multidisciplinares e construir narrativas relevantes. O aumento do nível de exigência se reflete no salário. Não à toa, 40%dos profissionais se sentem satisfeitos com sua remuneração.
Retenção e contratação
A valorização da área tem gerado aumento da disputa por talentos. Nesse cenário, a remuneração não é mais o principal fator de decisão para o profissional: flexibilidade, planos de carreira, bônus e capacitação pesam na retenção ou na escolha entre empresas.
"Não ter a posição como apagador de incêndio e, sim, um plano de carreira é importante. Fit cultural também. Flexibilidade apareceu bastante depois da pandemia. Com posições mais aquecidas, os candidatos vão comparar mais as empresas que os procuram. É quase um checklist do que se adapta melhor ao seu perfil”, analisa Fidelis.
"Com posições mais aquecidas, candidatos vão comparar mais as empresas que os procuram”, afirma Genis Fidelis, diretor da Michael Page no Brasil (crédito: divulgação)
As empresas de varejo, healthtechs, fintechs, agências digitais e consultorias de performance são as que mais estão contratando profissionais para as áreas de marketing.
Além disso, o avanço de e-commerces e fintechs impulsionou a demanda por especialistas em CRM, mídia paga, automação e análise de dados, funções de alta performance, bem remuneradas e mais estratégicas.